sábado, 18 de julho de 2015

TEORIAS POPULACIONAIS



TEORIAS POPULACIONAIS

Compreender, analisar e aprofundar os conhecimentos em crescimento demográfico, sempre nos induz a diversas questões, sobre a perspectiva de como será o crescimento populacional de um determindo país, região ou mesmo do planeta.Para tanto, surge diversas indagações sobre o tema, como será que vai existir alimentos suficientes para todos? Ou será que temos espaço suficiente para todos?
Mas, foi a partir do século XVIII, que surge um debate mais específico acerca das Teorias Demográficas ou Teorias Populacionais.Entre as principais teorias estão a de Malthus, a Neomalthusiana e a Reformista.

TEORIA DE MALTHUS
É a teoria mais conhecida, foi elaborada pelo economista inglês Thomas Robert Malthus, onde publicou um Estudo sobre a população (1798).
Esta teoria se baseava em dois princípios:
      1. A população mundial cresceria em um ritmo rápido, comparado por ele a uma progressão geométrica (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64...), duplicando a cada vinte e cinco anos.
      2. A produção de alimentos cresceria em um ritmo lento, comparado a uma progressão aritmética (1, 2, 3, 4, 5, 6...).
Houve diversas críticas a esta teoria, as principais são:
  1. Não foi considerado os avanços técnicos, científico-mecânico que seriam aplicados na agricultura e consequentemente ao aumento da produção.
  2. Não considerou-se as reservas de alimentos que existem nos mares e ocenaos.
  3. Não considerou as outras regiões do planeta, com áreas de solos férteis.

Teoria Neomalthusiana

É uma teoria que se firmou entre os estudiosos da população após a Segunda Guerra Mundial, por haver uma explosão demográfica muito intensa em países subdesenvolvidos. Os neolmathusianos aprimoraram a teoria adotando novas posturas, como:
  1. Atribuiam a situação de miséria dos países subdesenvolvidos ao acelerado crescimento populacional;
  2. Se não houvesse um controle rígido e oficial da taxa de natalidade, o planeta não suportaria o crescimento populacional.
Porém esta teoria também recebeu diversas críticas, como:
  1. A fome, miséria e a pobreza eram resultados da má distribuição de renda, e não crescimento populacional.
  2. O crescimento populacional de um país não era a causa, mas sim a consequencia do subdesenvolvimento.
  3. O discurso desta teoria era utilizado ideologicamente como estratégia para a manutenção do modelo de desenvolvimento sócio-econômico dominante no mundo atual.
Os neomalthusianos analisavam essa aceleração populacional, de uma forma alarmista, catastrófica, no sentido de que se continuassem no mesmo ritmo, os recursos naturais da Terrra se esgotariam em pouco tempo. Neste sentido, visavam o controle da taxa de natalidade, com a denominação de Planejamento Familiar.


Teoria Reformista

Para esta teoria a pobreza é que gera a superpopulação, de acordo com os estudiosos , se não houvesse pobreza as pessoas teriam acesso a educação, saúde, higiene, etc. O que de forma natural, regularia, o crescimento populacional.
Portanto, é a falta de condições que acarreta o crescimento demográfico desenfreado. Os reformistas atribuem a origem da miséria a má distribuição de renda na sociedade.





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